terça-feira, 25 de agosto de 2009

Quinta da Alorna


Apreciar um vinho é uma arte que cada um poderá desenvolver individualmente. À medida que bebemos vinhos e lemos e conversamos sobre eles, a capacidade de distinguir as suas diferentes características desenvolve-se naturalmente.

Os vinhos da Quinta da Alorna estão hoje presentes na generalidade dos mercados internacionais e a sua qualidade é reconhecida com os mais altos galardões e prémios em concursos e revistas.

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

Herdade do Esporão



Em pleno coração do Alentejo, 180 kms a sul de Lisboa, em Reguengos de Monsaraz, a Herdade do Esporão foi adquirida pela Finagra em 1973 com o principal objectivo de produzir vinhos de grande qualidade. Em 1975, a Herdade é intervencionada pelo Estado e só em 1979 é devolvida, permitindo à Finagra prosseguir a plantação das vinhas, primeira etapa do seu ambicioso projecto. A moderna adega é construída em 1987. Cumpre-se uma nova etapa. Em 1989 é lançado o primeiro vinho Esporão, sendo considerado um dos melhores vinhos portugueses e três anos depois são lançados os vinhos Monte Velho. Em 1995, depois dos nossos vinhos já estarem entre os melhores, novos investimentos são efectuados: planta-se uma nova área de vinha, renova-se a existente, instala-se um sistema de rega gota-a-gota em toda a vinha e constrói-se uma barragem com 100ha de área submersa. A compra da Herdade dos Perdigões com 190ha de vinha, a construção da Casa do Enoturismo, a expansão da adega e a aquisição de um moderno lagar para a produção dos Azeites Virgens Herdade do Esporão são as mais recentes apostas de uma empresa dinâmica no desenvolvimento da Herdade, cujas raízes remontam ao Império Romano.







Depois do vinho, o Azeite.
Genuinamente português, intensamente mediterrânico, verdadeiramente natural. Puro sumo de azeitona! Em 1997 a Finagra inicia-se na Produção de Azeites Virgens adquirindo um Lagar em Serpa e transformando-o num dos mais modernos do país.
Anos mais tarde, recebe a certificação pela norma NP EN ISO9002, sendo a primeira empresa de azeites em Portugal a receber tal distinção.
Os Azeites Herdade do Esporão foram criados para diferentes momentos de consumo.
Azeite DOP Virgem Extra e Azeite DOP Private Selection “Por filtrar”, são duas preciosidades obtidas por azeitonas seleccionadas para Denominação de Origem Protegida.
Garantem o sabor genuíno da tradição dos azeites de Moura, com um acidez baixa que lhe garante o sabor intenso e o aroma frutado. Os azeites Galega e Cordovil, variedades tipicamente alentejanas, foram criados para apreciadores exigentes, e são elaborados apenas com a variedade da azeitona que lhes dá o nome. Para compor um galheteiro, produzimos um azeite de baixa acidez e um vinagre de vinho tinto envelhecido em carvalho.

Casa de Santar

Da mais pura e nobre terra, nascem os vinhos que seduziram os deuses e deslumbraram os homens: os vinhos da CASA DE SANTAR. Regressando o Rei D. Afonso II vitorioso da batalha de Navas de Tolosa em 12 de Julho de 1212, assentou arraiais junto ao caminho romano que ligava Seia a Viseu. Desde então, ficaram essas terras a ser conhecidas pelo nome “ Onde o Rei assentou arraiais”, mais tarde Assantar e, por fim a denominação que ainda hoje se mantém, Santar. Passados alguns anos, o Rei D. Sancho II elevou a Senhorio e coutou a Quinta do Casal Bom, hoje Casa de Santar, doando-a um dos seus ricos homens que se distinguira na peleja. Actualmente, a Casa de Santar tem 103 há de vinha plantada, da qual 90 hectares são de castas tintas. Ao longo dos anos, tem procurado racionalizar todos os seus vinhedos. Isto significa uma preocupação constante em seleccionar as melhores castas e clones, bem como a melhor localização na implantação de cada uma, de forma a permitir boa produtividade e um comportamento vegetativo equilibrado e adaptado, sempre com o objectivo final de produzir mostos e vinhos de qualidade excepcional.




Deste modo, a Casa de Santar tem concentrado a sua atenção nas castas que considera mais importantes e de maiores potenciais, tais como: Touriga-Nacional, Alfrocheiro, Tinta- Roriz – castas tintas e Encruzado, Borrado das Moscas, Cercial e Arinto - castas brancas. Apesar de hoje em dia os vinhos tintos estarem na moda, a Casa de Santar continua a apostar nas castas brancas, porque considera ser possível vinificar vinhos brancos de altíssima qualidade na região do Dão. É filosofia da empresa apostar na qualidade, nos vinhos tintos e brancos, a região sai prestigiada e o património vitícola é protegido.

Herdade do Rocim



A Herdade do Rocim é uma propriedade situada entre a Vidigueira e Cuba, no Baixo Alentejo, com cerca de 100 hectares, em que aproximadamente 60 hectares são vinha. Adquirida em 2000 pela empresa Terralis, seguiram-se seis anos de trabalhos de reestruturação e qualificação, consumados com a plantação da maior parte da vinha que hoje constitui a Herdade. Caracterizada por apresentar solos franco argilosos e arenosos, a aposta na implantação de vinhas é feita de acordo com critérios que visam a produção de uvas com elevada qualidade. Elemento estruturante do projecto da Herdade do Rocim, a Adega junta a produção de vinho à qualidade estética da sua arquitectura, funcionando como elemento de marketing e promoção, qualificador daquela região. A Herdade do Rocim tem como vocação a produção de vinhos, de que são exemplo o "Olho de Mocho" e o "Rocim". Todavia, outras surpresas poderão acontecer nos próximos anos.





OLHO DE MOCHO: Os vinhos da marca "Olho de Mocho" são produzidos com as melhores uvas da vindima de cada ano, são vinhos perfumados, elegantes e de sabor genuíno. No mercado pode encontrar-se o "Olho de Mocho" Tinto e Branco Reserva e o Rosé.

ROCIM: O "Rocim" foi a segunda marca apresentada pela Herdade. Trata-se de um vinho com uma acidez pronunciada, fruta abundante, suave, redondo com ligeiros toques de boa madeira. Só está, por enquanto, disponível o tinto. Prevê-se, no futuro, a produção de Branco e de Rosé.

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

Tapada de Coelheiros


Vinho Regional Alentejano produzido pela Herdade dos Coelheiros, agora parte do universo Pernod Ricard, de onde vem o mais famoso Tapada de Coelheiros.

Foi feito com uvas das castas Aragonês (40%), Trincadeira (20%), Cabernet Sauvignon (15%), Syrah (15%) e Castelão (10%). Estagiou durante 6 meses em madeira de carvalho francês e 4 meses em garrafa.

Cor rubi. Aroma franco, razoavelmente intenso e complexo, a frutos silvestres maduros com madeira bem integrada. Baunilha, especiarias, carvalho e cedro, com um toque de caça.
Na boca achei-o redondo, de corpo mediano e fruta bem presente, saborosa, a ligar bem com ligeira acidez que o torna fresco, agradável. Taninos macios.

Preço: 5,60

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

Herdade Coelheiros


Tapada dos Coelheiros grandes baixa de preços.

Branca de Almeida: Antes 23,46 / Agora 17,40

Tapada Coelheiros: Antes 29,40 / Agora 20,40

Tapada Coelheiros Garrafeira: Antes 70,20 / Agora 41,20

Não perca esta fantástica promoção que a Herdade está a fazer.

terça-feira, 11 de agosto de 2009

Vinhos Douro Superior


Tuga, produzido por VDS - Vinhos Douro Superior, Lda, podemos dizer que este Tuga nasce, todo ele, no famoso Vale do Douro. São sete os municípios que constituem a Associação de Municípios do Vale do Douro Norte: Alijó, Mesão Frio, Murça, Peso da Régua, Sabrosa, Santa Marta de Penaguião e Vila Real. O que é que estes concelhos têm em comum? Surge imediatamente uma presença marcante, estruturante mesmo, que é o rio Douro, ainda que com ele não haja contacto directo, como acontece com os concelhos de Murça e Vila Real. É aqui o coração do Douro Vinhateiro, a região vitícola demarcada mais antiga do mundo; é aqui a paisagem cultural que a UNESCO classificou como Património da Humanidade. A cultura do vinho - que não é só uma cultura agrícola - constitui sem dúvida, aquele traço cultural que deu forma a uma paisagem, que criou um sistema agrícola, que definiu uma sociedade rural, a única que a norte do Tejo deu origem a um proletariado rural.

Preço: 7,90

Casa Santa Vitória

Inevitável, a Casa de Santa Vitória, pertencente ao Grupo Vila Galé, tendo tornado-se já uma referência no sector vinícola português, fazendo jus à longa tradição do vinho alentejano. A obtenção da Talha de Ouro representa o prémio de distinção máxima neste concurso, que avaliou na última edição mais de 70 vinhos. Recorde-se que na edição anterior do concurso, a Casa de Santa Vitória foi distinguida com a Talha de Ouro para o melhor vinho tinto alentejano com o vinho Inevitável tinto 2005.

Preço: 22,60