quarta-feira, 19 de agosto de 2009

Casa de Santar

Da mais pura e nobre terra, nascem os vinhos que seduziram os deuses e deslumbraram os homens: os vinhos da CASA DE SANTAR. Regressando o Rei D. Afonso II vitorioso da batalha de Navas de Tolosa em 12 de Julho de 1212, assentou arraiais junto ao caminho romano que ligava Seia a Viseu. Desde então, ficaram essas terras a ser conhecidas pelo nome “ Onde o Rei assentou arraiais”, mais tarde Assantar e, por fim a denominação que ainda hoje se mantém, Santar. Passados alguns anos, o Rei D. Sancho II elevou a Senhorio e coutou a Quinta do Casal Bom, hoje Casa de Santar, doando-a um dos seus ricos homens que se distinguira na peleja. Actualmente, a Casa de Santar tem 103 há de vinha plantada, da qual 90 hectares são de castas tintas. Ao longo dos anos, tem procurado racionalizar todos os seus vinhedos. Isto significa uma preocupação constante em seleccionar as melhores castas e clones, bem como a melhor localização na implantação de cada uma, de forma a permitir boa produtividade e um comportamento vegetativo equilibrado e adaptado, sempre com o objectivo final de produzir mostos e vinhos de qualidade excepcional.




Deste modo, a Casa de Santar tem concentrado a sua atenção nas castas que considera mais importantes e de maiores potenciais, tais como: Touriga-Nacional, Alfrocheiro, Tinta- Roriz – castas tintas e Encruzado, Borrado das Moscas, Cercial e Arinto - castas brancas. Apesar de hoje em dia os vinhos tintos estarem na moda, a Casa de Santar continua a apostar nas castas brancas, porque considera ser possível vinificar vinhos brancos de altíssima qualidade na região do Dão. É filosofia da empresa apostar na qualidade, nos vinhos tintos e brancos, a região sai prestigiada e o património vitícola é protegido.

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