quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Sugestões para as suas ofertas de Natal

Chocolate Enric Rovira - Chocolate branco com trufas e armanhac.



Cabazes de Natal, fazemos os cabazes de natal á sua medida e escolha.



Conjunto Bollinger ( 1 garrafa de champanhe Bollinger + 2 flutes )


Conjunto Herdade do Rocim ( 3 garrafas de vinho tinto Rocim + Voucher para visitar a Herdade)


Caso não saiba o que oferecer temos para si o nosso cartão presente onde pode colocar o valor que quiser desde 25 euros a 500 euros.

domingo, 29 de novembro de 2009

Herdade do Perdigão

“Porque há dias assim... que são quase perfeitos, quando voltamos a acertar os ponteiros do relógio, para mais uma etapa no caminho, que desejamos longo e próspero.
Porque há momentos que devem ser celebrados com aqueles que amamos, há vinhos que se tornam especiais.



A Herdade Perdigão, já é uma referência nos topos de gama alentejanos, uns vinhos com um significado muito especial. A vinha do Perdigão nasceu do sonho dum grande Alentejano e um Senhor do Vinho, que deixou o mundo dos vivos em 2008, Alfredo Saramago Santos. Na década de 80 do sec XX no meio do frenesim trigueiro, Alfredo Santos, contra a corrente e as opiniões de "esquina", planta uma grande área de vinha, que para muitos era uma loucura... Os anos passaram a propriedade mudou de mãos várias vezes, produzindo sempre bons tintos. Hoje o Alentejo é lider nas vendas nacionais, a vinha mudou de forma radical a paisagem, a cultura empresarial e a forma de criar riqueza na região, pela mão de um conjunto de homens, que conseguiram ver mais além. Porque o Alentejo, pode ser uma terra de oportunidades onde os sonhos se concretizam.”


No Sábado dia 28 de Novembro tivemos a oportunidade de dar a conhecer aos nossos clientes e amigos estes grandes vinhos, desde o Herdade do Perdigão Reserva 2005 tinto, Herdade do Perdigão Reserva Branco 2008, Herdade do Perdigão Espumante (sucesso do dia) passando também pelo Vinha do Almo Escolha e o Terras de Monforte Escolha.

sábado, 14 de novembro de 2009

Novidades na Tasca


Não sabe o que oferecer neste natal?
Ofereça o Cartão Presente da Tasca do Joel.

domingo, 1 de novembro de 2009

1ª Feira de Vinhos Tasca do Joel


Não perca de 1 de Novembro a 31 de Dezembro a 1ª feira de vinhos na Tasca do Joel.
solicite o nosso folheto informativo por Email.

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Novidades

Não perca as novidades na Tasca do Joel Gourmet, vinhos antigos.
Pera Manca
Barca Velha
e Outros

sábado, 3 de outubro de 2009

Horário Tasca do Joel




Abertura Encerramento
10.00h 16.00h
18.00h 22.00h




Abertura Encerramento
12.00h 15.00h
19.00h 22.00h

Enceramos às 2º feiras e Domingos ao jantar

terça-feira, 1 de setembro de 2009

Tasca do Joel Galeria


Tasca do Joel Uma Galeria de Sabores.
Pela 1º vez na história da Tasca decorreu uma Prova / Galeria no pátio da Tasca mesmo na entrada do restaurante uma exposição de pintura com um artista da terra Tomás de Bairros, pintura essa que retratava o Baleal pelos olhos do artista e na loja Gourmet uma prova de vinhos da Quinta de Chocapalha com a presença da Enóloga Sandra Tavares da Silva.

Quinta Chocapalha



A Quinta de Chocapalha fica junto à Aldeia Galega, estendendo-se pelas colinas soalheiras do Alto Concelho de Alenquer, Região Demarcada a nordeste de Lisboa. As sua vinhas com longo historial, encontram-se referenciadas desde o século XVI pela sua excelência e foram pertença de Diogo Duff, escocês distinguido com insígnia "Torre e Espada" pelo Rei D. João VI. Alice e Paulo Tavares da Silva adquiriram-na na década de 80, tendo operado significativos investimentos nos 45 hectares de vinha.

terça-feira, 25 de agosto de 2009

Quinta da Alorna


Apreciar um vinho é uma arte que cada um poderá desenvolver individualmente. À medida que bebemos vinhos e lemos e conversamos sobre eles, a capacidade de distinguir as suas diferentes características desenvolve-se naturalmente.

Os vinhos da Quinta da Alorna estão hoje presentes na generalidade dos mercados internacionais e a sua qualidade é reconhecida com os mais altos galardões e prémios em concursos e revistas.

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

Herdade do Esporão



Em pleno coração do Alentejo, 180 kms a sul de Lisboa, em Reguengos de Monsaraz, a Herdade do Esporão foi adquirida pela Finagra em 1973 com o principal objectivo de produzir vinhos de grande qualidade. Em 1975, a Herdade é intervencionada pelo Estado e só em 1979 é devolvida, permitindo à Finagra prosseguir a plantação das vinhas, primeira etapa do seu ambicioso projecto. A moderna adega é construída em 1987. Cumpre-se uma nova etapa. Em 1989 é lançado o primeiro vinho Esporão, sendo considerado um dos melhores vinhos portugueses e três anos depois são lançados os vinhos Monte Velho. Em 1995, depois dos nossos vinhos já estarem entre os melhores, novos investimentos são efectuados: planta-se uma nova área de vinha, renova-se a existente, instala-se um sistema de rega gota-a-gota em toda a vinha e constrói-se uma barragem com 100ha de área submersa. A compra da Herdade dos Perdigões com 190ha de vinha, a construção da Casa do Enoturismo, a expansão da adega e a aquisição de um moderno lagar para a produção dos Azeites Virgens Herdade do Esporão são as mais recentes apostas de uma empresa dinâmica no desenvolvimento da Herdade, cujas raízes remontam ao Império Romano.







Depois do vinho, o Azeite.
Genuinamente português, intensamente mediterrânico, verdadeiramente natural. Puro sumo de azeitona! Em 1997 a Finagra inicia-se na Produção de Azeites Virgens adquirindo um Lagar em Serpa e transformando-o num dos mais modernos do país.
Anos mais tarde, recebe a certificação pela norma NP EN ISO9002, sendo a primeira empresa de azeites em Portugal a receber tal distinção.
Os Azeites Herdade do Esporão foram criados para diferentes momentos de consumo.
Azeite DOP Virgem Extra e Azeite DOP Private Selection “Por filtrar”, são duas preciosidades obtidas por azeitonas seleccionadas para Denominação de Origem Protegida.
Garantem o sabor genuíno da tradição dos azeites de Moura, com um acidez baixa que lhe garante o sabor intenso e o aroma frutado. Os azeites Galega e Cordovil, variedades tipicamente alentejanas, foram criados para apreciadores exigentes, e são elaborados apenas com a variedade da azeitona que lhes dá o nome. Para compor um galheteiro, produzimos um azeite de baixa acidez e um vinagre de vinho tinto envelhecido em carvalho.

Casa de Santar

Da mais pura e nobre terra, nascem os vinhos que seduziram os deuses e deslumbraram os homens: os vinhos da CASA DE SANTAR. Regressando o Rei D. Afonso II vitorioso da batalha de Navas de Tolosa em 12 de Julho de 1212, assentou arraiais junto ao caminho romano que ligava Seia a Viseu. Desde então, ficaram essas terras a ser conhecidas pelo nome “ Onde o Rei assentou arraiais”, mais tarde Assantar e, por fim a denominação que ainda hoje se mantém, Santar. Passados alguns anos, o Rei D. Sancho II elevou a Senhorio e coutou a Quinta do Casal Bom, hoje Casa de Santar, doando-a um dos seus ricos homens que se distinguira na peleja. Actualmente, a Casa de Santar tem 103 há de vinha plantada, da qual 90 hectares são de castas tintas. Ao longo dos anos, tem procurado racionalizar todos os seus vinhedos. Isto significa uma preocupação constante em seleccionar as melhores castas e clones, bem como a melhor localização na implantação de cada uma, de forma a permitir boa produtividade e um comportamento vegetativo equilibrado e adaptado, sempre com o objectivo final de produzir mostos e vinhos de qualidade excepcional.




Deste modo, a Casa de Santar tem concentrado a sua atenção nas castas que considera mais importantes e de maiores potenciais, tais como: Touriga-Nacional, Alfrocheiro, Tinta- Roriz – castas tintas e Encruzado, Borrado das Moscas, Cercial e Arinto - castas brancas. Apesar de hoje em dia os vinhos tintos estarem na moda, a Casa de Santar continua a apostar nas castas brancas, porque considera ser possível vinificar vinhos brancos de altíssima qualidade na região do Dão. É filosofia da empresa apostar na qualidade, nos vinhos tintos e brancos, a região sai prestigiada e o património vitícola é protegido.

Herdade do Rocim



A Herdade do Rocim é uma propriedade situada entre a Vidigueira e Cuba, no Baixo Alentejo, com cerca de 100 hectares, em que aproximadamente 60 hectares são vinha. Adquirida em 2000 pela empresa Terralis, seguiram-se seis anos de trabalhos de reestruturação e qualificação, consumados com a plantação da maior parte da vinha que hoje constitui a Herdade. Caracterizada por apresentar solos franco argilosos e arenosos, a aposta na implantação de vinhas é feita de acordo com critérios que visam a produção de uvas com elevada qualidade. Elemento estruturante do projecto da Herdade do Rocim, a Adega junta a produção de vinho à qualidade estética da sua arquitectura, funcionando como elemento de marketing e promoção, qualificador daquela região. A Herdade do Rocim tem como vocação a produção de vinhos, de que são exemplo o "Olho de Mocho" e o "Rocim". Todavia, outras surpresas poderão acontecer nos próximos anos.





OLHO DE MOCHO: Os vinhos da marca "Olho de Mocho" são produzidos com as melhores uvas da vindima de cada ano, são vinhos perfumados, elegantes e de sabor genuíno. No mercado pode encontrar-se o "Olho de Mocho" Tinto e Branco Reserva e o Rosé.

ROCIM: O "Rocim" foi a segunda marca apresentada pela Herdade. Trata-se de um vinho com uma acidez pronunciada, fruta abundante, suave, redondo com ligeiros toques de boa madeira. Só está, por enquanto, disponível o tinto. Prevê-se, no futuro, a produção de Branco e de Rosé.

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

Tapada de Coelheiros


Vinho Regional Alentejano produzido pela Herdade dos Coelheiros, agora parte do universo Pernod Ricard, de onde vem o mais famoso Tapada de Coelheiros.

Foi feito com uvas das castas Aragonês (40%), Trincadeira (20%), Cabernet Sauvignon (15%), Syrah (15%) e Castelão (10%). Estagiou durante 6 meses em madeira de carvalho francês e 4 meses em garrafa.

Cor rubi. Aroma franco, razoavelmente intenso e complexo, a frutos silvestres maduros com madeira bem integrada. Baunilha, especiarias, carvalho e cedro, com um toque de caça.
Na boca achei-o redondo, de corpo mediano e fruta bem presente, saborosa, a ligar bem com ligeira acidez que o torna fresco, agradável. Taninos macios.

Preço: 5,60

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

Herdade Coelheiros


Tapada dos Coelheiros grandes baixa de preços.

Branca de Almeida: Antes 23,46 / Agora 17,40

Tapada Coelheiros: Antes 29,40 / Agora 20,40

Tapada Coelheiros Garrafeira: Antes 70,20 / Agora 41,20

Não perca esta fantástica promoção que a Herdade está a fazer.

terça-feira, 11 de agosto de 2009

Vinhos Douro Superior


Tuga, produzido por VDS - Vinhos Douro Superior, Lda, podemos dizer que este Tuga nasce, todo ele, no famoso Vale do Douro. São sete os municípios que constituem a Associação de Municípios do Vale do Douro Norte: Alijó, Mesão Frio, Murça, Peso da Régua, Sabrosa, Santa Marta de Penaguião e Vila Real. O que é que estes concelhos têm em comum? Surge imediatamente uma presença marcante, estruturante mesmo, que é o rio Douro, ainda que com ele não haja contacto directo, como acontece com os concelhos de Murça e Vila Real. É aqui o coração do Douro Vinhateiro, a região vitícola demarcada mais antiga do mundo; é aqui a paisagem cultural que a UNESCO classificou como Património da Humanidade. A cultura do vinho - que não é só uma cultura agrícola - constitui sem dúvida, aquele traço cultural que deu forma a uma paisagem, que criou um sistema agrícola, que definiu uma sociedade rural, a única que a norte do Tejo deu origem a um proletariado rural.

Preço: 7,90

Casa Santa Vitória

Inevitável, a Casa de Santa Vitória, pertencente ao Grupo Vila Galé, tendo tornado-se já uma referência no sector vinícola português, fazendo jus à longa tradição do vinho alentejano. A obtenção da Talha de Ouro representa o prémio de distinção máxima neste concurso, que avaliou na última edição mais de 70 vinhos. Recorde-se que na edição anterior do concurso, a Casa de Santa Vitória foi distinguida com a Talha de Ouro para o melhor vinho tinto alentejano com o vinho Inevitável tinto 2005.

Preço: 22,60

sexta-feira, 24 de julho de 2009

Crios

A Tasca do Joel teve a prova o vinho Xisto do Douro, Espumante Ex Libris da Bairrada e os Crios da Argentina, em Relação aos crios numa expressão frutada Susana Balbo elaborou CRIOS (hijos), com o mesmo cuidado e dedicação que é dado aos seus filhos. O rótulo tem o desenho de uma mão com duas mãozinhas dentro, simbolizando a proteção da mãe aos filhos.
Xisto 2005, está muito novo ainda, com a fruta de grande qualidade muito viva, num aroma perfumado, elegante, cheio de delicadeza e finura. Na boca revela corpo mas também muita sofisticação e harmonia, pleno de bagas maduras mas frescas, especiarias, flores secas. Madeira muito discreta, apenas o suficiente para dar complexidade à fruta e requinte ao final. Elegância e classe

Crios Torrontes, esta casta desenvolve aromas de fruta confitada, notando-se as compotas, as sugestões de mel, de frutos secos, ao lado de muito vegetal seco. É um aroma original, cheio e com peso. Algumas notas florais surgem também na boca, rosa e gardénia, tudo bem «embrulhado» porque não está nem pesado nem cansativo.
Crios Malbec, este tinto mostra um aroma reservado, marcado por notas quentes de frutos vermelhos e boas sugestões de barrica, tudo meio envolto numa névoa que não deixa que tudo se apreenda desde já. A prova de boca é fácil, o vinho é macio, redondo, muito afinado, com taninos já polidos e aromas muito agradáveis. Este é daqueles tintos que são absolutamente consensuais.

Crios Syrah/Bonarda, cor vermelho profundo com traços azuis caracterizam este blend. Vinho que possui uma grande diversidade de aromas e sabores pela combinação de varietais.
No nariz é muito expressivo, por um lado tem aromas de frutos vermelhos como framboesas e morangos aportados pelo Bonarda e por outro, especiarias como pimenta preta e noz moscada característicos do Syrah. Nobre na boca, com grande longitude, onde perduram doces taninos.
Pode beber-se jovem mas também tem alto potencial de guarda.
Espumante ExLibris, no aroma, bem limpo mas algo fechado, surgem notas vegetais e cítricas com algum alperce. Na boca mostra bastante mais fruto, bolha entre o médio e o fino, acidez viva, e boa secura final. Um conjunto harmonioso, para a mesa.

Passadouro

Situada no Vale de Mendiz - Pinhão, a Quinta do Passadouro, uma propriedade com cerca de 32 hectares, sendo mais de metade com vinhas, surge no centro da região demarcada do Douro. Com as castas durienses Touriga Nacional, Franca e Tinta Roriz este tinto é produzido segundo as técnicas tradicionais (pisa a pé de homem), como se pode ver no site da quinta.
Passadouro 2006, com uma cor forte, carregada, escura, demonstrado a sua vivacidade, e com uns aromas complexos mas mostrando todo o seu esplendor, onde detecta-se as frutas silvestres, o vegetal, notas de chocolate, cacau e até de amêndoa. Na boca o seu fantástico corpo desliza magnificamente, sempre constante, não mostrando uma deficiência... Um grande vinho para ser consumido e para deixar uns anitos na garrafeira porque irá valer bem a pena bebê-lo daqui a uns anos.
Passadouro Vintage, aroma muito fino, onde se percebem notas minerais evidentes, destaca-se a elegância do estilo. Muito carácter na prova de boca, cheio e com bons taninos, é um vintage de futuro risonho que pode ser provado também agora.
Passadouro reserva 2006, notas resinosas de mato rasteiro com toque de flores secas e licorados. Na boca tem uma presença larga e picante, muita especiaria, madeira bem integrada, corpo gordo, taninos vigorosos e final longo e capitoso com leve toque apimentado.

Novidades Africa do Sul

Vim de Constance Preço: 56,85 €

Meerlust Rubicon Preço: 75,20 €

Rhona Muscadel Preço: 15,90 €

Uitkyk Preço: 10,00 €
Mulderbosch Faithful Hound Preço: 20,10 €

Mulderbosch Late Harvestd Preço: 30,00 €

Kanu KCB Chenin Preço: 19,00 €

Kanun Chenin Preço: 9,50 €
Negrito
Kanonkop Pinotage Preço: 32,60 €
Hill & Dale Pinotage Preço: 12,00 €

Alto Preço: 12,10 €